Comunicação na ABHR | Concrer 2022

Mais um desafio acadêmico:

RESULTADO DA AVALIAÇÃO

A proposta de Comunicação Oral online intitulada MANUEL MARTINEZ DORMIDO (DAVID ABRAVANEL) E O MESSIANISMO NO RETORNO DOS JUDEUS À INGLATERRA foi APROVADA para compor a programação do XVIII Simpósio Nacional da ABHR | Concrer 2022 (presencial e online) – Religiões e Desigualdades: Desafios Contemporâneos.

  • Título: MANUEL MARTINEZ DORMIDO (DAVID ABRAVANEL) E O MESSIANISMO NO RETORNO DOS JUDEUS À INGLATERRA
  • Número: 567823
  • Data de Submissão: 09/10/2022
  • Atividade: Comunicação Oral online
  • Modalidade: 04 (presencial e online): Religião, Religiosidades Subterrâneas e Resistência Cultural
  • Autoria: Gilmar Araujo Gomes

Dos dias 15 a 18 de novembro de 2022, a ABHR (Associação Brasileira para Pesquisa e História das Religiões) realizará seu XVIII Simpósio Nacional durante o CONCRER (Congresso de Ciências da Religião) da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN).

Comporei programação através do Simpósio Temático 04, organizado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Contra-História e Culturas Subterrâneas (GEPCHCS/UFS), que se ocupará de temas ligados à “Religião, Religiosidades Subterrâneas e Resistência Cultural”, espaço onde se insere a pesquisa que fundamenta minha Comunicação: “MANUEL MARTINEZ DORMIDO (DAVID ABRAVANEL) E O MESSIANISMO NO RETORNO DOS JUDEUS À INGLATERRA” 

Noutro momento explicarei as características dessa pesquisa.

ad astra per aspera

Cosmovisão Cristã aplicada à ecologia

No dia 09 de março de 2022 atendi ao gentil convite do Rev. Isaías de Araújo, pastor da Igreja Presbiteriana em Serra do Ramalho / BA, para participar da 1ª Semana Teológica promovida por essa comunidade cristã.

O tema geral da semana foi Cosmovisão Cristã. Nos demais dias, outros capacitados palestrantes apresentaram diversas ênfases teológicas aplicadas ao tema. A mim, foi-me solicitado expor sobre o cristão e sua relação com a natureza.

Relacionando o tema específico com a proposta geral da semana eu apresentei exposição intitulada COMO O CRISTÃO ENXERGA A NATUREZA: Considerando nossa presença no mundo. A exposição segue abaixo:

https://youtube.com/watch?v=5ShFi4GGKaU
FONTE: https://www.youtube.com/watch?v=5ShFi4GGKaU


As demais palestras podem ser apreciadas no canal de vídeos do Rev. Isaías no endereço https://www.youtube.com/channel/UCGeZxKcrQjOuKwgzVfawP8g/videos

SDG

Temos Advogado

Meu filho mais velho, mercê de Deus, que se graduou em direito e passou nas duas etapas do exame de classe, hoje prestou juramento de ofício na ordem dos advogados. Temos um advogado.

Noutros tempos, estaríamos bem encaminhados na sociedade. Segundo costume passado, uma família digna teria entre seus filhos, pelo menos, um médico, um militar, um advogado, um politico e um sacerdote. Nós, temos um advogado.

Chamá-lo de doutor é uma obrigação legal. D. Pedro I tratou de formalizar o título ao instituir o curso de ciências jurídicas em São Paulo e Olinda. Segundo o costume de Coimbra, adotado de Bolonha, os advogados, apesar de bacharéis, seriam por decreto real chamados de doutores. O decreto de 11 de agosto de 1827 foi renovado, adentrou a República e tornou-se mandato. Eles que se entendam com os médicos, que também gostam de serem chamados de doutores. A despeito da querela, temos um doutor, temos um advogado.

Curiosa essa dinâmica exigida pelos homens. Se alguém não fizer o curso não se torna bacharel. Se não fizer duas vezes o exame da ordem de classe, não se torna advogado. Se não for advogado, não pode representar outrem em juízo. Há nisto uma dinâmica da suspeita. Não bastaria sua graduação? Não bastaria etapa única no exame dos colegas? Não bastaria um pedido de confiança feito ao juiz? Não, não basta! Os homens sempre se relacionam numa dinâmica de suspeita. Porque, no fundo, quando diante do juiz severo, suplicando por suas causas, a última coisa que o paciente deseja é suspeitar de seu advogado. Quanto mais carimbo que acalme a consciência, melhor.

Os homens sempre querem algo a mais, um plus, para exercer confiança, ter fé plena. Alimentando um fio de esperança, o paciente evita lembrar que está ao lado de um homem falho, que foi examinado por homens falhos, graduado num ambiente onde permeiam a falha e a dúvida suplantadas pelas impostações verbais da oratória. Uma lei aqui, um vade mecum ali e, no fundo, despidos das togas e sua empáfia, os jurisconsultos estão clamando: “Por favor, um artigo ou inciso que aspire confiança diante do juiz!!”

Chegando a este momento, você, como eu, já não deveria depositar tanta confiança só por ter um advogado ao seu lado. Data venia, doutor!

Mas há uma saída. Sim, um jeito de confiar plenamente suas causas, sem reservas, sem recursos ou apelações. Temos Advogado, não aqui, mas junto ao Pai, o justo juiz de nossas almas!! Causa já ganha, decisão favorável proclamada. Cumpra-se!

“Caros filhinhos, estas palavras vos escrevo para que não pequeis. Se, entretanto, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” (1João 2.1)

A ausência de pronome indica que o Advogado é definido, único. E não há outro (Atos 4.12).

Advogado, o que toma por sua a voz de outrem ao lado. Em grego vulgar, parakletos, o que encoraja para batalha com palavras de consolo.

Se alguém é tomado pela causa do Advogado, estará consolado no tribunal de Deus. Não inverti os termos pois, sim, a causa é dele. Repito: se alguém é tomado pela causa do Advogado, estará consolado no tribunal de Deus. Neste tribunal só há um Advogado; sem ele, sem defesa.

O julgamento é inevitável, com ou sem defesa, “porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito por meio do corpo.” (2Coríntios 5.10). Todos compareceremos, com ou sem causídico.

Consola-nos que, sim, temos Advogado!

Creia.

29nov2021 AD
Soli Deo Gloria